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População poderá ficar livre da Hepatite C até 2030

06 JUL 2018
06 de Julho de 2018
Já pensou se nos próximos 12 anos, a Hepatite C não existisse mais? Para que isso aconteça, o número de testes rápidos em unidades de saúde será ampliado e o diagnóstico será mais rápido. Antes, a pessoa precisava passar por três etapas que custavam pelo menos cinco idas a unidades de saúde. Agora, serão apenas dois passos feitos em menor tempo. A outra mudança é a possibilidade de tratamento para qualquer pessoa que descobrir a presença do vírus da Hepatite C. Não só aquelas com a doença já avançada, ou seja, com o fígado já comprometido, como era feito até o início deste ano. Ao todo, existem cinco tipos de hepatites virais. Mas é o tipo C que oferece maior risco à população, como alerta a diretora do Departamento de ISTs, Aids e Hepatites Virais,  Adele Benzaken.
 
 “O que chama mais atenção é a Hepatite C porque ela que tem uma maior taxa de mortalidade. Então é uma hepatite que ela pode ser silenciosa, as pessoas não apresentam nenhum sinal nem sintomas da doença, mas ela pode estar infectada e pode está transmitindo também. Visto  que a hepatite C ela pode também ser transmitida não só através do sangue como com materiais cortantes, tatuagem, manicures e etc. Mas ela pode ser transmitida também sexualmente”.
 
Com a nova abordagem para diagnóstico e tratamento, até 2030 o número de novos casos será reduzido em 90%! Mas o cuidado para evitar a doença ainda é uma das formas mais eficazes de prevenção,  como explica o Secretário de Vigilância em Saúde, Osnei Okumoto.
 
“Tomar o cuidado de usar agulhas descartáveis. Na manicure, saber se você está utilizando alicates e outros materiais perfuro-cortantes que são esterilizados, ou você levar o seu próprio material. E, logicamente utilizar sempre preservativos evitar contatos sexuais sem qualquer tipo de proteção”.
 
A hepatite C atinge, principalmente, adultos acima de 40 anos. E em 2017, foi diagnosticada em cerca de 24 mil pessoas. O tratamento disponível no SUS é gratuito e oferece chances de cura de mais de 90%.
 
Reportagem, Aline do Valle.
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