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Saiba a diferença dos serviços das UBSs, UPAs e Hospitais

26 SET 2018
26 de Setembro de 2018
Olá, seja bem-vindo. Você já teve aquela dor de cabeça que não passava de jeito nenhum e ficou em dúvida se deveria ir para um Hospital, para a UPA ou para o posto de saúde do seu bairro? No Saúde em Série deste mês vamos esclarecer qual o serviço mais adequado para atender essa e outras necessidades de saúde. Para isso, convidamos a coordenadora-adjunta do departamento de gestão da Atenção Básica, do Ministério da Saúde, Erika Rodrigues. Neste episódio, vamos entender para que servem as Unidades Básicas de Saúde - as UBSs -, popularmente conhecidas como postos de saúde. Erika,  em quais momentos devemos procurar essas Unidades?

 

“Com exceção de situações de emergência como, por exemplo, acidente de trânsito, o ideal é que a Unidade Básica de Saúde seja o primeiro local de contato. Qualquer procura, qualquer usuário que chegue a uma Unidade de Saúde – a um posto de saúde – pode ter acesso a vacinação, ao acompanhamento de pré-natal e, após o parto, o acompanhamento do desenvolvimento infantil. E, além disso, diversas outras ações para as condições crônicas como, por exemplo, hipertensão e diabetes”.

 

Os profissionais das Unidades estão preparados para ouvir sua queixa do momento – seja dor de cabeça, tontura, pé torcido... -  e também fazer acompanhamentos contínuos das doenças. As equipes são compostas por diferentes profissionais, como explica Erika.

 

“A gente tem uma equipe mínima que é o médico, o enfermeiro, o técnico de enfermagem, e os agentes comunitários de saúde. Mas a gente também tem em boa parte das equipes, equipes de saúde bucal além disso, nutricionistas, fisioterapeutas, psicólogos que compõe os NASFs – que são os Núcleos Ampliados de Saúde da Família e Atenção Básica”.

 

Todos os profissionais de saúde da família estão habilitados a avaliar e classificar a gravidade dos casos e fazer o encaminhamento necessário às Unidades de Pronto Atendimento, as UPAS, ou a Hospitais. Nossa convidada Erika Rodrigues, nos dá exemplos dessa dinâmica.

 

“Por exemplo, um hipertenso vai ser acompanhado numa Unidade Básica de Saúde continuamente. É hoje, daqui um mês, no próximo mês e durante anos – porque essa doença é uma doença crônica. Mas vamos supor que em algum momento, mesmo ele fazendo toda a conduta terapêutica (tomando remédio direitinho), fazendo a dieta pode ser que ele tenha alguma descompensação da sua pressão arterial. A pressão dele subiu bastante. Ele pode por exemplo ir até a unidade de saúde para que os profissionais avaliem o seu grau de risco. Se é um caso uma leve alteração na pressão, ali mesmo na Unidade ele pode ser estabilizado”.

Mas se o profissional percebe que os recursos da Unidade Básica de Saúde  não serão suficientes para manter o paciente estável, imediatamente faz o encaminhamento necessário. Mas qual será o serviço adequado para casos de pressão muito alterada, níveis descompensados de glicose, febre alta, dores no peito, desmaios...? A resposta está no próximo episódio. Não perca!


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